sábado, 31 de agosto de 2019

124º Amor e sexo na Terceira Idade: 3º capítulo

Somos tão perfeitos que o corpo envelhece e o espírito, continua jovem, com muitos anseios e sonhos. Então planejando uma viagem, ela começou a sonhar, que poderia encontrar alguém, e claro seria um novo amor,já que ela não gostava do amor virtual. Vamos dar-lhe o nome de Valentina( se eu podesse esse seria meu nome( fictício é claro). Arumou sua malas, e partiu para uma cidade do Nordeste, pois como sempre, procurava um motivo. Era um Congresso para tratar do meio ambiente, onde reunia gente do mundo todo. Aproveitou para apresentar um trabalho, que resumia umas atividades com as crianças, que havia realizado, no ano anterior.
Logo procurou se instalar, e providenciou saber com o hotel, os passeios, disponíveis, no turismo local. Coincidentemente, havia neste hotel pessoas que iriam participar do mesmo Congresso. O que fez com que logo as pessoas se comunicassem, sobre a cidade, passeios e etc. Os funcionários da recepção, sempre muito eficientes, deram dicas de passeios. Tornou-se assim logo um bate papo, agradável, logo no café da manhã, com marcação de encontro para a noite. Havia a opção de visita a orla, e o espetáculo do por do sol, numa praia do município vizinho, além do centro histórico, com as Igrejas locais.
Já no Congresso, com a apresentação do trabalho, nossa miga Valentina, conhecendo os participantes, procurou dialogar com os presentes, para relaxar, pois sentia-se nervosa, diante de todo o contexto, pois não se sentia à vontade de apresentar-se em público. Foi nesse momento que o professor coordenador, de origem cubana, tornou-se simpático, e gentil, colocando-se à disposição e elogiando a beleza das mulheres brasileiras, e principalmente as nordestinas.. E no meio de todos, convidou-a à conhecer a Orla da cidade ao  término dos trabalhos. Foi realmente muito emocionante, e nossa amiga sentiu-se brilhante, e pelo resto do Congresso, teve companhia agradável e divertida, com promessas de em breve viajaria para conhecer a cidade de Havana, onde o professor, residia. Entretanto, ele pediu orientações como deveria conhecer a cidade da récem amiga, no nordeste. Valentina compreendeu que sua idade de 69 anos não era nenhum impecilho para viver emoções que os jovens, também vivenciam. É necessário manter uma postura de espírito disposto a conhecer e viver aventuras novas e saudáveis. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

123º Dez leis para ser feliz:


Reprodução do Livro de Augusto Cury:
   "  Dez Leis Para ser Feliz:"
        "O que é ser Feliz:
 Ser feliz não é ter uma vida isenta de frustrações. È ser alegre, mesmo se vier a chorar. È viver intensamente, mesmo no leito de um hospital.É nunca deixar de sonhar, mesmo, ainda se tiver pesadelos. É dialogar consigo mesmo, ainda que a solidão o cerque.
É ser sempre jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem. É agradecer muito, mesmo se as coisas derem errado. É transformar os erros em lições de vida.
Ser feliz é extrair das pequenas coisas grandes emoções. É rir de suas próprias tolices.
É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções.
É ter amigos para repartir as lágrimas e dividir as alegrias.
É agradecer a Deus pelo espetáculo da vida...
Breve comentário:
Nunca deixar de sonhar: acredito que somos movidos pelos sonhos, porque todos sonhamos em conseguir algo, seja um móvel, arrumar um quarto, com belas cortinas, arrumar um escritorio, comprar um imóvel, realizar uma viagem ao exterior, casar e ter familia, etc. Realmente os sonhos nos movem, para a frente, seja o mais simples ou um sonho difícil, mas seja o que for,devemos ter em mente alguma coisa. Quando somos criança, queremos crescer para termos a própria vida, e sair da casa dos pais. Antigamente, no meu tempo de adolescente, pensávamos em casar e ser feliz. A juventude de hoje, sonha em fazer sua vida sem casamento, e filhos só depois da realização do básico. Quando chegamos para a idade, isto é a terceira, já devemos sonhar em ter outra vida, outros sonhos, porque voltamos a viver só, com a saída dos filhos de casa, e a finitude chegando, ou nossa ou do companheiro. Aí, nos vemos numa encruzilhada. Temos renda, temos liberdade, mas não temos mais companhia, e muitas vezes ânimo. Então, o que fazer? Daí a necessidade de termos amigos para compartilhar, o que restou, de nós mesmos. Sonhar com coisas práticas, com compartilhamentos possíveis.  Se nossas escolhas, não foram boas, e colhemos frutos indesejáveis, não devemos nos culpar, pois a culpa nos leva para emoções negativas, e consequentemente para doenças. Quando chegamos à maturidade é o tempo de colher o que plantamos na juventude. Então devemos dizer, que na época era o que se devia ter feito, então o passado já foi. O futuro é o que temos e o presente, se torna o verdadeiro "presente" para se viver. Esta é realmente a receita para a Felicidade.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

122º A importancia do Amor na Terceira Idade; capítulo 2

De repente cheguei à Terceira Idade, e não me sinto como tal. E aí? Grande problema!!! Meu irmão diz que sabemos que a idade chegou quando passam a nos chamar de Senhora, ou quando os cabelos, começam  com lindos fios brancos, ou ainda quando oferecem ajuda , para atravessar a rua. Deus!!! o que está acontecendo? Não me sinto velha, só um pouco cansada, também os lugares antes badalados, tornam-se sem sentido. As amizades temos que selecionar, pois as conversas, antes tão divertidas, passam a ser ridículas. Mas o mais grave, é a saúde, que requer mais atenção.  O médico foi muito cruel, pois me falou, sem dó nem piedade "pois é, as doenças da velhice chegam, então convém fazer logo a cirurgia de Catarata."Ninguém diz mais que voce está linda, e gostosa. Quando temos marido, ele nem nota que voce cortou o cabelo, está de vestido novo, ou estranha, que voce quer uma noite romântica. Esquece as datas especiais, como aniverssário de casamento, ou seu próprio. Quando não tem marido, é viúva, largada, ou divorciada. Pronto!! Aí o bicho pega mesmo. E as ondas de calor? Vixe Virgem Maria!!! Se não fizer a reposição hormonal, nem voce se aguenta, quanto mais os outros. !!!!  Chegam noites de insônia, pensando na vida dos filhos, netos ,familiares que acham que voce está se metendo demais. "Mãe, vá passear, viajar, fazer um trabalho voluntário...." Deus meu que saco!!! Nesse momento, é que a ficha cai; estou aposentada, sozinha, mesmo. Então, aí chega um fulano com uma conversinha no pé do ouvido, "voce é muito bonita, muito elegante, e coisa e tal". Elevando nosso ego, até as nuvens, e deixando-nos cheias de auto estima, que estava ao nível das minhocas. Ainda coloca idéias novas, despertando-nos para o que é bom da vida: viver...." e não ter a vergonha de ser feliz"( viva Gonzaguinha).

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

121ª Postagem: A Importancia do Amor na Terceira Idade:


Inicialmente ele a atraiu, com sua delicadeza peculiar, mas ela por carência afetiva típica dos seus70 anos, achou que era dedicado a ela. Mas nada disso. Então ela começou a lhe dedicar um carinho especial no seu modo de olhá-lo. Não sabemos se isso chamou sua atenção, ou se ela seria mais uma na sua rede. A verdade é que ele lhe ofereceu uma carona, e foram conversando, conversando, e não sabemos se ali nasceu um afeto, por parte dele ou se lhe era normal para com qualquer uma, mulher. Ela tomou como surpresa quando ele lhe falou que gostaria de conhece-la melhor, e lhe daria caronas sempre e até todos os dias. Como mulher pensa muito, isso lhe ficou gravado, parecendo até um convite ao "amor". Outras oportunidades surgiram, mas ela declinou do convite, cheia de reservas, até porque o ambiente do trabalho chamava a atenção, para essas delicadezas. Até que aconteceu um imprevisto e a carona foi aceita. Realmente, não houve como escapar do assédio tão esperado, junto com uma fervorosa declaração. E agora? era o tão sonhado romance, que ela esperava. Ela sentia uma afeição séria e profunda por ele. Também, quando fora paquerada, nestes últimos anos, uma vez que sabemos que depois dos 60 um amor sério é quase impossível?, se considerarmos, seriedade e desinteresse, na parte material, e financeira também. Ela sentiu-se nas nuvens. Mas a racionalidade ficou martelando, a parte prática; os incovenientes, do trabalho conjunto, ele não era livre seu casamento de quase 40 anos, os colegas de trabalho. E aí? como proceder, se a seriedade dela junto com a sexualidade guardada, só dificultaria a situação. Tomou uma decisão  definitiva. Sufocaria o amor, e terminaria. Era ponto pacífico, antes do séxo falar mais alto. E assim fez. Não chorou. Isso era coisa do passado. Ainda mais que ela gostava de uma sofênciaaaaaa. Ele questionou, lamentou, e disse que só aceitaria porque realmente nada tinha para oferecer, a não ser só seu amor e a profunda admiração que nutria por ela, pedindo-lhe que não se afastasse dele.